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Vende-se pequi

O povo indígena Manoki vive no noroeste de Mato Grosso e uma de suas atividades produtivas é a venda de pequi na estrada que passa por sua terra. Durante uma oficina de vídeo, jovens decidem mostrar para o mundo um pouco de suas aldeias e do processo de coleta e venda desse fruto. Instigados pela possibilidade de filmarem e serem os próprios protagonistas, eles saem à procura dos velhos numa tentativa de descobrir se existe alguma história sobre a origem do pequi.

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Ulapa Taka’a: criança sabida

Começou como brincadeira que virou um exercício de filmagem lúdico no qual câmera, protagonistas e outros personagens interagem divertidamente e apresentam a sua comunidade. Através do olhar de quatro meninas entre 11 e 12 anos somos levados a conhecer roças, posto de saúde, escola, campo de futebol e outros espaços da aldeia Paredão, no município de Brasnorte – MT.

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Rosa do Quilombo

O filme abrange a memória, os desafios, as realizações e as necessidades da Comunidade Caveira-Botafogo e da Escola Municipal Quilombola Dona Rosa Geralda da Silveira, narrados pelas vozes dos membros da comunidade quilombola e da comunidade escolar.

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Praia do Jambre

O filme apresenta a vivência e as memórias afetivas de Anniely, uma criança moradora da cidade ribeirinha de Melgaço, na Ilha de Marajó, Pará.

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O Papagaio e a Pipa

A história de um menino que constrói seu próprio papagaio e com esforço consegue colocar seu novo amigo no céu. Lá no alto, o desajeitado Papagaio conhece uma Pipa, mas logo a perde de vista. Destemido, parte em busca dela pelas ruas da cidade.

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Os espíritos só entendem nosso idioma

Apenas seis anciões da população Manoki na Amazônia brasileira ainda falam o idioma indígena, um risco iminente de perderem o meio pelo qual se comunicam com seus espíritos. Apesar desse ser um assunto difícil, os mais jovens decidem narrar em imagens e palavras a sua versão dessa longa história de relações com os não indígenas, falando sobre as suas dores, desafios e desejos. Apesar de todas dificuldades do contexto atual, a luta e a esperança ecoam em várias dimensões do curta-metragem, indicando que “a língua manoki viverá!”

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Meu nome é Maalum

Maalum é uma criança que recebeu um nome africano quando nasceu. Ela cresce feliz, mas quando chega na escola, todos riem do seu nome. Maalum não entende o porquê e começa a ficar muito triste. Com ajuda da sua família, ela vai descobrir o significado do seu nome e a tristeza se transforma em orgulho pela sua ancestralidade.

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Mbya mirim

Palermo e Neneco, duas crianças Mbya Guarani do Rio Grande do Sul, revelam em suas brincadeiras o drama do seu povo. Este filme é integra a versão digital de “Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças”, um livro-vídeo para estudantes do ensino fundamental.

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